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Um ao outro ajudou e a seu companheiro disse: esforça-te

Conta-se a história que um homem sonhou que suas mãos, pés, boca e cérebro começaram a se rebelar contra o estômago.
- Seu imprestável, as mãos disseram. Nós trabalhamos o dia todo serrando, martelando, levantando pesos e carregando-os. De noite, estamos cobertos de bolhas e arranhões; nossas juntas doem e ficamos cheios de sujeira. Enquanto isso, você fica só aí sentado, pegando toda a comida.
- Concordamos, gritaram os pés. Pense só como nos desgastamos, andando para lá e para cá o dia inteiro. E você só fica se entupindo, cada vez mais pesado para a gente carregar.
- Isso mesmo, choramingou a boca. De onde você pensa que vem toda a comida que você tanto ama? Eu é que tenho que mastigar; e logo que termino, você suga tudo aí para baixo.
- E eu? gritou o cérebro. Você acha que é fácil ficar aqui em cima, tendo que pensar de onde virá a próxima refeição?
Uma por uma, as partes do corpo aderiram às reclamações contra o estômago, que não disse coisa alguma.
- Tenho uma idéia, o cérebro finalmente anunciou. Vamos todos nos rebelar contra essa barriga preguiçosa e parar de trabalhar para ela. E todos pararam de trabalhar. Enquanto isso, mãos, pés, boca e cérebro só ficavam à toa, cada vez mais fracos.
Por fim, o homem ouviu uma vozinha fraca vinda da direção dos pés.
- Pode ser que estivéssemos enganados, dizia. Talvez o estômago estivesse trabalhando o tempo todo, ao seu jeito.
- Estava pensando a mesma coisa, murmurou o cérebro. É verdade que ele pega toda a comida. Mas não manda a maior parte de volta para nós?
- Devemos admitir nosso erro, disse a boca. O estômago tem tanto trabalho a fazer quanto as mãos, pés, cérebro e dentes.
- Então, vamos voltar ao trabalho, gritaram juntos. E, nisso, o homem acordou.
Para seu alívio, descobriu que os pés estavam andando de novo. As mãos seguravam, a boca mastigava e o cérebro agora conseguia pensar com clareza.
- Bem, eis aí uma lição para mim, pensou o homem, enquanto forrava seu estômago pela manhã. Ou funcionamos todos juntos, ou nada funciona mesmo.